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Sino pendante móbile Guanyin da proteção

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Disponibilidade: Esgotado

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DESCRIÇÃO


Sino pendante móbile Guanyin da proteção. Possui nó chinês e ideogramas. Muito utilizado no feng shui para harmonizar o ambiente de sua casa ou escritório. Pode ser utilizado também no espelho retrovisor do carro. Para comprar, para presentear, para colecionar.


ESPECIFICAÇÕES   


Dimensões: L=6 cm A=30 cm P=1 cm
Peso: 10 g


CURIOSIDADES


NÓ CHINÊS


O folclore chinês desperta grande interesse mundial. Ele integra o leque de legados de cinco mil anos da civilização chinesa, traduzindo através de nítidas características geográficas e étnicas. Agora, vamos conhecer uma das artes folclóricas: o nó chinês.O nó chinês é um dos produtos artesanais mais conhecidos e populares em todo o mundo. Ele é caracterizado por ser entrelaçado numa corda fina unida por diferentes nós que forma desenhos que dão boa sorte. Cada um dos nós possui um nome específico, de acordo com sua forma e significado, como por exemplo "Ruyijie", o nó do desejo, "Panchangjie", nó da longevidade... todos expressam felicidade e boa sorte, refletindo antigas crenças assim como a aspiração do povo chinês pela sinceridade, bondade e a beleza. O nó chinês é uma arte milenar. Segundo registros históricos, ainda nos tempos remotos, os ancestrais chineses registravam os assuntos com nós nas cordas. Esta tradição foi mantida até o surgimento dos caracteres primitivos. Durante a formação da civilização chinesa, a corda era muito usada. Na pronúncia chinesa, a corda tem o mesmo som da palavra divindade. Há ainda uma lenda, acredita-se que o dragão divino venerado pela nação chinesa por ser considerado como "descendente do dragão" e a corda parece justamente um dragão curvado. Na pré-história, a imagem do dragão divindade era expressa através da variação de nós na corda. O entrelaçamento da corda também era muito usado no cotidiano dos chineses. Citando como exemplo, no vestuário, os chineses gostavam de entrelaçar panos na cintura para ajustar as roupas. Posteriormente, surgiu o nó em forma de botão. Os chineses costumavam utilizar a jade como botão, usavam ainda várias pedras de jades presas a uma corda, formando um belo cinto. Além disso, os ancestrais carregavam carimbos por toda parte. Por isso, muitos carimbos possuem um buraco para ser amarrado. Os espelhos de bronze também ganharam orifícios para facilitar o manuseio. Na dinastia Qing (1644-1911), o nó nas cordas era considerado uma arte. O seu estilo era diversificado e era empregado como decoração. Hoje, é bastante utilizado em cortinas, liteiras e instrumentos em geral. O nó de corda possui ainda outras funções que ultrapassam o âmbito decorativo, pois são simbólicos. Por exemplo, é comum nos casamentos colocar o nó de corda na cortina do leito, pois isto impedirá o casal de se separar e vai mantê-los apaixonados para sempre. Colocar o entrelaçamento de corda na jade implica no desejo de que tudo corra bem, de vento em popa; no leque significa boa sorte e que tudo aconteça de acordo com o desejado. Muitas poesias chinesas também descrevem o nó de corda com propriedade. Em chinês, o "Jie" (nó) significa a harmonia e união e possui o som parecido com "Ji". Ji por sua vez, significa a boa sorte, felicidade, longevidade e prosperidade. Por isso, o nó de corda torna-se o portador de parte da cultura tradicional chinesa.


GUANYIN


Na mitologia chinesa, Kuan Yin (também conhecida como Guanyin, Quan Shi Yin, Quan'Am, Kannon ou Kanin) é conhecida como a Deusa da Compaixão e da Misericórdia. Ela existiu como pessoa, igual a todos nós e somente depois de sua morte foi transformada em Deusa. Ela cobre as planícies alagadas do Oriente, do Egito à China. E é venerada em todo o mundo por milhões de pessoas, que a consideram o símbolo máximo da pureza espiritual. Esta Deusa enquanto viveu, percorreu o mundo, viu muita dor e então, jurou proteger e amparar todos os humanos até que o último sofrimento acabe. Kuan Yin, cujo nome significa "aquela que ouve os lamentos do mundo" é boddhisatva da Compaixão no budismo chinês. Ela vive em uma ilha paradisíaca de P'u T'o Shan, onde ouve todas nossas preces. Todos que trabalham com sua energia, sabem o quanto ela é doce e sutil, mas também o quanto é poderosa. Somente a menção de Seu Nome alivia o sofrimento e as dificuldades. Mesmo tendo alcançado a iluminação, Ela optou por permanecer no mundo dos homens.


REPRESENTAÇÃO DA GUANYIN


Kuan Yin é representada com um dragão, pois ele é o símbolo mais antigo da alta espiritualidade, a sabedoria, a força e os poderes divinos de transformação. Algumas vezes, Kuan Yin é representada como uma figura muito armada, tendo em cada mão um símbolo cósmico diferente ou expressando uma posição ritual específica (mudras). Isto caracteriza a Deusa como a fonte e alimento de todas as coisas. As mãos dela formam freqüentemente o Yoni Mudra, simbolizando o útero como a porta para entrada para este mundo pelo princípio feminino universal. Outras vezes, Kuan Yin é representada sentada sobre uma flor de lótus. Nas pinturas dos artistas tibetanos, linhagens de Budas e homens santos também aparecem flutuando sobre flores de lótus - uma representação dos tronos da suprema espiritualidade. Nas escrituras budistas do Tibet, conta-se que o pequeno Buda já podia andar ao nascer e que, a cada passo, brotavam flores de lótus de suas pegadas - um sinal de sua origem divina. Hoje, muitos monges e fiéis dessa religião visualizam essa mesma cena enquanto caminham, imaginando que flores de lótus surgem debaixo de seus pés. Com essa prática meditativa, acreditam eles, estariam espalhando o amor e a compaixão de Buda simbolizados pela flor. Na teologia Budista Kuan Yin é algumas vezes representada como capitã do "Barco da Salvação", guiando as almas ao Paraíso Oeste de Amitabha, a Terra Pura, a terra das bençãos, onde as almas podem renascer para continuar recebendo instruções até alcançar a iluminação e a perfeição. Ela é também uma das quatro Bodhisattvas (P'u-sa em chinês), junto com Samantabhadra, Kshitigorha (Di-cang) e Manjushiri (Wen-shu) e em seu aspecto masculino se identifica com o Bodhisattva Avalokiteshvara, a quem em Tibetano se chama Chenresi: "Quem ouve e chora o mundo". Exatamente igual a Ártemis, Kuan Yin é uma deusa virgem que protege todas as mulheres e crianças. A simplicidade que esta Deusa da Clemência gera ao seu redor e entre seus devotos, é de um forte sentimento de fraternidade universal. Seus padrões morais e humanos tendem a nos conduzir para nos tornarmos mais compassivos e misericordiosos. Kuan Yin aparece nas nossas vidas para dizer que está na hora de alimentarmos nossos corações com a compaixão. Compaixão pelos outros e também por nós mesmos. Você se importa pelos sentimentos dos outros? Ou não se interessa? O que lhe afasta da compaixão? Você é daquelas pessoas que feri antes de ser ferida? Tem medo de abrir seu coração? Compreende-se por compaixão a capacidade de ouvir, de dar aos outros e a si mesma um espaço para experimentar tudo que deve ser experimentado e sentido. Não fuja de seus sentimentos, a jornada da vida nos presenteia com inúmeras vivências, que devem ser degustadas nos fazendo desenvolver a compaixão por nós mesmos, assim como pelos outros. De tal modo, esta maneira, fácil e confortável de pensar, levará o mundo lentamente, mas inevitavelmente, a se tornar um lugar melhor.

Código do Produto nochines-6408106_guanyinprot

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